domingo, 1 de junho de 2008

Entre tantos, é errado, fora da lei, absurdo, ireal. Mas na hora quem faz o conceito é a própria pessoa. Prefiro me arriscar e pagar pra ver. Depois que a adrenalina passa, que as nuvens desaparecem que eu paro pra ver no que deu, no que se transformou aquela minha última ação. Gosto mesmo de fazer e depois pensar no que vai acontecer, ver tudo se modificando e se não ficar bom, voltar tudo de novo de cabeça erguida, ouvir tudo que tem pra ouvir, perceber que errou, se errou, e consertar. Gosto do gosto doce da batalha e o amargo da derrota. Gosto do sol que aparece depois de uma vitória. E gosto principalmente da sensação de poder ver onde eu errei, crescer nisso. Pregando por aí que a vida pode ser legal, que temos muito que viver, não demonstrando medos ou grandes problemas. O fazer e o deixar de fazer é problema único e excluiso, E é MEU.

Me ensinaram a descer o freio de mão, colocar na primeira, acelerar soltando a embreagem devagarzinho. Assim eu penso, e sigo na minha vida, mas depois desses passos, eu piso no acelerador. E dai a sensação se torna tão agradável que eu já não consigo parar. Gosto de viver em alta velocidade, e as vezes, não consigo pisar no freio. Na maioria dos casos, eu puxo o freio de mão e vejo a quantos graus eu consigo girar.

É, viver no pagando pra ver, pode, ou não, me fazer mal. Mas esse 'ou não' sempre irá fazer parte da minha vida. O gosto do enigma me faz muito bem. Ah, se faz! ;)

1 Comentários:

Blogger ■ Laianna Leão ■ disse...

Te amo! ;)
QUERO isso aqui a MIL ;x

6 de junho de 2008 às 06:35  

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